07 junho 2021

Francisco Monteiro é o candidato da CDU à presidência da Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos

A Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos vem por este meio informar de que o seu primeiro candidato à Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos nas Eleições Autárquicas de 2021 é Francisco Modesto Nunes Monteiro.


Francisco Monteiro tem 52 anos e é natural de Glória do Ribatejo.
É advogado.
É membro do Partido Comunista Português, enquadrado no sector dos advogados do PCP.
No plano autárquico foi vereador na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e eleito na Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos no mandato de 2013 a 2017.
A nível associativo fez parte da direcção de diversas associações.

Trabalho, Honestidade e Competência.
Força distintiva e com provas dadas no poder local, a CDU apresenta-se com um projecto que assenta em trabalho e obra. Futuro de Confiança - É esta a mensagem que a CDU de Salvaterra de Magos projecta.

31 maio 2021

Filipa Monteiro é a candidata da CDU à presidência da União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho

A Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos vem por este meio informar que a sua candidata à presidência da União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho nas Eleições Autárquicas de 2021 é Filipa Alexandra Feijão Monteiro.


Filipa Monteiro, tem 36 anos e é natural de Glória do Ribatejo.
É Escriturária, tendo frequentado o Curso de Técnico de Contabilidade na Escola Profissional de Salvaterra de Magos.
Foi eleita na Assembleia de Freguesia de Glória do Ribatejo e Granho no mandato de 2013 a 2017.
Ligada desde jovem ao movimento associativo juvenil da sua terra, fez parte dos Escuteiros, foi membro fundador da Associação de Teatro Paulo Claro - Rapazes D'Aldeia, participando em diversas peças de teatro, tendo sido tesoureira desta Associação.
Colaborou e ajudou em várias iniciativas e eventos da Associação Febre Amarela, fazendo parte de várias Comissões de Festas em Honra de Nossa Senhora da Glória do Ribatejo.

Trabalho, Honestidade e Competência.
Força distintiva e com provas dadas no poder local, a CDU apresenta-se com um projecto que assenta em trabalho e obra. Futuro de Confiança - É esta a mensagem que a CDU projecta para a União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho.

24 maio 2021

Joana Ferreira é a candidata da CDU à presidência da Junta de Freguesia de Marinhais

A Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos vem por este meio informar de que a sua candidata à presidência da Junta de Freguesia de Marinhais nas Eleições Autárquicas de 2021 é Joana da Cruz Ferreira.


Joana Ferreira tem 30 anos, é natural de Vieira do Minho e residente em Marinhais.
É licenciada em Educação Social pela Escola Superior de Bragança.

É membro da Direcção Regional de Santarém do PCP (DORSA).

É membro da Direcção Regional da Juventude Comunista Portuguesa (JCP).

Foi candidata a deputada nas listas da CDU pelo Círculo Eleitoral de Santarém nas Eleições Legislativas de 2015.

Fez parte da Direcção da União dos Sindicatos do Distrito de Santarém (USS/CGTP-IN), fazendo o acompanhamento da Interjovem – organização específica dos jovens trabalhadores.

Fez parte da Direcção Nacional da JCP.

Fez parte da Direcção Nacional da Interjovem.

Foi tesoureira da Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora da Glória do Ribatejo em 2019.


Trabalho, Honestidade e Competência.
Força distintiva e com provas dadas no poder local, a CDU apresenta-se com um projecto que assenta em trabalho e obra. Futuro de Confiança - É esta a mensagem que a CDU projecta para a Freguesia de Marinhais.

17 maio 2021

Margarida Vieira é a candidata da CDU à presidência da União de Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra

A Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos vem por este meio informar de que a sua candidata à presidência da União de Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra nas Eleições Autárquicas de 2021 é Margarida Ricardo Vieira.


Margarida Vieira tem 31 anos e é natural de Salvaterra de Magos.
É licenciada em Educação Física e Desporto pela Universidade de Évora.
É membro da Comissão Concelhia do PCP de Salvaterra de Magos.
É presidente da Direção da Associação Juvenil - Grupo de Dança Dream Dancing e representante das Associações Desportivas e Culturais na modalidade alargada da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Salvaterra de Magos.
Desde sempre ligada ao Associativismo, fez parte durante vários anos da Comissão de Festas do Foral, dos Toiros e do Fandango de Salvaterra de Magos. 
Participou em vários programas de voluntariado jovem, promovidos pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ).

Trabalho, Honestidade e Competência.
Força distintiva e com provas dadas no poder local, a CDU apresenta-se com um projecto que assenta em trabalho e obra. Futuro de Confiança - É esta a mensagem que a CDU projecta para a União de Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra.

10 maio 2021

João Caniço é o candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos

A Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos vem por este meio informar de que o seu primeiro candidato à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos nas Eleições Autárquicas de 2021 é João Pedro Caniço Marques Abrantes da Silva.

João Caniço tem 40 anos e é natural de Marinhais.
É Técnico Superior de Engenharia Civil no Município de Benavente.  
É Mestrado em Engenharia Civil, ramo de Estruturas e Construção, pela Universidade da Beira Interior (Covilhã) e pós-graduado em Aplicação das Energias Renováveis.
É eleito na Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos no corrente mandato.
Foi vereador na Câmara Municipal de Salvaterra de Magos de Junho de 2014 a Outubro de 2017.
É membro da Comissão Concelhia do PCP de Salvaterra de Magos.
Foi mandatário concelhio de Salvaterra de Magos da candidatura da CDU ao Parlamento Europeu em 2014 e da candidatura de João Ferreira à Presidência da República em 2021.
É presidente da Mesa da Assembleia Geral do 3B Triatlo - Clube Desportivo de Benavente e Coordenador da sua equipa de Atletismo, modalidades que é praticante.  

Trabalho, Honestidade e Competência.
Força distintiva e com provas dadas no poder local, a CDU apresenta-se com um projecto que assenta em trabalho e obra. Futuro de Confiança - É esta a mensagem que a CDU de Salvaterra de Magos projecta, alicerçado na valorização dos direitos dos trabalhadores do município e das freguesias, a luta pela reposição das freguesias extintas, a defesa do direito à saúde, à educação, à habitação, à mobilidade sustentável e ao transporte público, a defesa dos serviços públicos de proximidade, a luta pelo direito à criação e fruição culturais e à prática desportiva, a diversificação da actividade económica no concelho, a defesa e requalificação do Escaroupim e da Albufeira de Magos e a promoção do equilíbrio e sustentabilidade ambiental, são a base da alternativa que Salvaterra de Magos precisa. 

28 abril 2021

1.º DE MAIO - DIA DO TRABALHADOR

Sábado às 15 horas junto à Segurança Social em Santarém, início da manifestação até ao Jardim da República.


25 abril 2021

Intervenção da CDU no âmbito das Comemorações do 47.º Aniversário da Revolução do 25 de Abril

 O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

No início do corrente mês assinalámos os 45 anos do dia em que a Assembleia Constituinte aprovou a Constituição da República Portuguesa e lançou as bases daquele que foi apontado, ao longo de décadas, como um dos melhores sistemas públicos de saúde a nível global. Em 2017, o norte-americano International Business Times colocava Portugal entre os cinco melhores países do mundo, na prestação de cuidados de saúde. No artigo, salientava-se que Portugal alcançou, em cerca de meio século, uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo. Esta foi de apenas 2,92 mortes por cada 1.000 nados-vivos em 2015, contra 85 mortes por cada 1.000 nados-vivos em 1960. Uma diferença avassaladora que mostra a importância da decisão de implementar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 1979, tendo como base critérios como a prevenção e a erradicação de doenças, a vacinação e a prestação de apoio psicológico.

Mas se a taxa de mortalidade infantil sofreu uma queda vertiginosa com a democratização do acesso à saúde, a taxa de mortalidade materna passou de 115,5 mortes por cada 100 mil mulheres para o pico mais baixo em 2000 de 2,5 mortes. De facto, estes números provam que o atraso técnico-científico da medicina era enorme e o regime fascista não identificou nenhuma necessidade de melhorar a situação. 

Apesar de o Plano Nacional de Vacinação (PNV) ter sido lançado em 1965, é depois de 1974 que se dá a massificação da luta pela erradicação de um número muito superior de doenças. Até então, o combate centrava-se na tuberculose, tétano, varíola, difteria, tosse convulsa e poliomielite. Hoje, o PNV inclui, para além destas, vacinas contra a hepatite B, doença invasiva por Haemophilus influenzae b, infeções por Streptococcus pneumoniae, doença invasiva por Neisseria meningitidis C, sarampo, parotidite epidémica, rubéola e infeções por vírus do papiloma humano.

De facto, o papel do SNS na vida dos portugueses teve como consequência o aumento substancial da esperança média de vida. Em 1970, a expetativa de vida para ambos os sexos era de 67,13 anos. Em 2018, era de 80,93.

Em 1976 a Constituição passou a afirmar no artigo 64.º que “todos têm direito à proteção da saúde e o dever de a defender e promover” e que incumbe prioritariamente ao Estado “garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação, bem como uma racional e eficiente cobertura médica e hospitalar de todo o país”.

Mas nem tudo foi pacífico na constituição do SNS. Em 1979, PSD e CDS votaram contra este instrumento do Estado para assegurar o direito à saúde de todos os portugueses e não foram poucas as vezes em que o caráter público e universal do SNS foi posto em causa. Parcerias público-privadas, taxas moderadoras, encerramento de centros de saúde (como os de Muge e do Granho em 2008) e falta de profissionais foram alguns dos problemas a enfrentar.

Logo em 1982, apenas três anos depois da primeira Lei de Bases da Saúde, PSD, CDS e PPM, tentaram descaraterizar a essência do SNS através de uma proposta legislativa do governo da AD que visava a alteração de cerca de quarenta artigos da lei. Só não foi possível porque o Tribunal Constitucional se opôs ao conteúdo da iniciativa. Mas nesse mesmo ano, acabaram com o Serviço Médico à Periferia (SMP) sem terem organizado a sua substituição. Daí em diante os cuidados primários de saúde deixaram de conseguir assegurar uma cobertura total. Hoje, há mais de 700 mil utentes sem médico de família.

Oito anos depois, em 1990, foi aprovada uma nova Lei de Bases da Saúde que integrou a ideia da gestão dos hospitais por regras empresariais. Nela previa-se o apoio ao “desenvolvimento do setor privado da saúde […] em concorrência com o setor público”, dando espaço à “criação de incentivos à criação de unidades privadas e na reserva de quotas de leitos de internamento em cada região de saúde”. A ideia da “mobilidade entre o setor público e o setor privado” como objetivo da política de recursos humanos da saúde traduziu-se num forte crescimento do setor privado da saúde, quase sempre acompanhado por efeitos negativos no SNS, sobretudo ao nível da competição por profissionais do setor. 

Durante o período da troika, os cortes na despesa com a saúde entre 2010 e 2013 foram superiores a 1.300 milhões de euros, ficando 30% abaixo da média da despesa pública em função do PIB na União Europeia. Desapareceram, do serviço público, mais de três mil camas e, em paralelo, cresceram nas unidades hospitalares privadas cerca de 2500. Em 2019, imediatamente antes da eclosão da pandemia, um relatório da Comissão Europeia denunciava a falta de investimento de Portugal na saúde. Estava nos 9,1% do Produto Interno Bruto (PIB) quando a média da União Europeia (UE) era de 10,2% do PIB. A despesa pública em saúde também caiu para 6,1% do PIB, quando na UE a média é de 7,8%.

Nos últimos anos, os partidos à esquerda do PS: PCP, PEV e BE, conseguiram viabilizar a redução das taxas moderadoras, o alargamento da contratação de médicos e enfermeiros, a redução de custos com os medicamentos e a inscrição de novas vacinas no Plano Nacional de Vacinação. Mas o facto é que apesar da aprovação de uma nova Lei de Bases de Saúde o governo decidiu não só manter como avançar com novas Parcerias Público-Privadas.

Contudo, apesar de todos os sobressaltos no caminho, incluindo a falta de milhares de profissionais e de milhares de camas hospitalares e em particular de cuidados intensivos, as intermináveis listas de espera para cirurgias e consultas da especialidade, é o SNS que assegura, neste momento, o duro combate à pandemia de covid-19. Dezenas de milhares de profissionais de saúde estão na linha da frente de uma feroz luta, apesar dos baixos salários e da falta de meios. Se é certo que esta enorme desafio resultou no cancelamento de milhões de consultas, no adiamento de milhares de cirurgias e na fragilização dos cuidados de saúde primários, este imprescindível instrumento de saúde pública tem salvo a vida de milhões de portugueses desde 1979.

Os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Salvaterra de Magos,

João Caniço

Carlos Silva

05 março 2021

Já iniciámos os festejos do centenário do PCP!

É só amanhã que se assinalam os 100 anos de vida do nosso Partido. Mas em Salvaterra de Magos, não nos conseguimos conter e começámos a celebrar antes. Lavámos a cara do nosso Centro de Trabalho e fomos falar com os trabalhadores municipais.