20 maio 2025
12 maio 2025
Intervenção do primeiro candidato da CDU à CMSM no jantar em Glória do Ribatejo
Camaradas e amigos,
organizamos esta iniciativa que visa enquadrar três situações: as celebrações do 104.º aniversário do PCP assinalado no passado dia 6 de Março, inclui-se na campanha para as Eleições Legislativas que se realizam de amanhã a oito dias e é uma espécie de pontapé de saída para as Eleições Autárquicas que vão ter lugar daqui a cerca de 4 meses e meio.
Não tenho por desígnio nem por objectivo de vida ser presidente ou chefe de nada, mas a verdade é que é com muita honra e orgulho que me apresento perante vós como o primeiro candidato da CDU à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, na sequência do convite que me foi feito nesse sentido pela Comissão Coordenadora da CDU de Salvaterra de Magos que entende, tal como em 2021, que tenho as condições e competências necessárias, no quadro e no âmbito do projecto autárquico da CDU, para desempenhar esta tarefa. Agradeço a confiança demonstrada e vou dar o meu melhor para estar à altura do desafio.
No entanto, assinalo que o órgão executivo de uma Câmara Municipal, seja ela qual for, é muito mais do que apenas o seu presidente. No caso de Salvaterra de Magos, com cerca de 20 a 21 mil eleitores, é composto por sete elementos: um presidente e seis vereadores. É também por isso que hoje nos fez todo o sentido apresentarmos a nossa lista de candidatos efectivos aos lugares de vereação do município - gente boa, gente de trabalho, com provas dadas no plano profissional, académico, associativo, sindical, cultural e desportivo, reconhecidos nas suas terras, militantes do PCP e independentes progressistas e humanistas, alguns connosco há muitos anos, outros que se juntam pela primeira vez a esta força de Abril, coerente e construtiva, distintiva e diferenciada das demais, que coloca a resolução dos problemas das populações e o desenvolvimento sustentado e sustentável dos territórios como as suas prioridades. Agradeço a todos eles a disponibilidade demonstrada apenas e só assente na palavra dada e honrada, sem pedirem nada em troca, sem exigirem potenciais benefícios e privilégios pessoais - o único objectivo é somente o de trabalhar em prol da comunidade, das gentes e das terras que compõem este município. Obrigado, Inês, Patrícia, Nelson, Luís, Sandra e Rui. Obrigado a todos vós.
11 maio 2025
Jantar CDU na Glória do Ribatejo
1. João Caniço, 44 anos, Eng.º Civil;2. Inês Moreira dos Santos, 40 anos, Psicóloga;3. Patrícia Félix Lages, 38 anos, Produtora Executiva;4. Nelson Guerra, 46 anos, Técnico de Manutenção;5. Luís Pereira, 37 anos, Eng.º Civil;6. Sandra Rute Morgado, 45 anos, Técnica de Desporto;7. Rui Pereira, 42 anos, Arqueólogo.
09 maio 2025
21 março 2025
Pavimentação da Rua do Vale Cilhão, em Marinhais, não cumpriu com os parâmetros técnicos de qualidade
A zona do Vale Cilhão em Marinhais, na parte
nordeste da localidade, encaixada
entre a via férrea, a EN367 e a A13, é aquela que mais está desprovida de equipamentos
e infraestruturas da freguesia. Nesse sentido, a CDU saúda as recentes
pavimentações efetuadas pelo município em alguns dos seus arruamentos,
intervenções e investimentos significativos, há muito ansiadas pelos moradores.
No entanto, verificámos que a pavimentação, concluída há poucas semanas na Rua do Vale Cilhão, não cumpriu com os parâmetros técnicos de qualidade exigidos a uma empreitada desta envergadura. Circulando na estrada é facilmente visível a desagregação dos agregados junto às bermas e a sensação de estarmos sobre uma camada fina de betão betuminoso, vulgarmente designada por alcatrão.
Analisando as peças do procedimento da
empreitada, disponíveis para consulta pública no site base.gov.pt,
verificámos que para a estrutura do pavimento, foi prevista em projecto apenas
uma camada de betão betuminoso, contrariando todas as boas práticas e
normas correntes da pavimentação de estradas.
Se nada há a obstar em relação aos 30
centímetros da camada de tout-venant utilizada
nas camadas de base e sub-base do pavimento – é uma espessura normal de
compactação para estradas com estas características – merece-nos imensas
dúvidas a solução implementada ao nível do betão betuminoso, que incluiu apenas
a camada de regularização, excluindo a camada de desgaste.
A camada de regularização é uma mistura
betuminosa densa, aplicada entre as camadas de base e de desgaste, devendo
contribuir para garantir uma boa regularidade superficial do pavimento e
impermeabilizar as camadas inferiores. A camada de desgaste é, por
norma, a camada superior do pavimento, caracterizando-se por ser pouco
permeável, resistente à acção abrasiva do tráfego rodoviário e por apresentar
uma espessura a rondar os 5 centímetros.
Ora, aplicando-se apenas camada de regularização, do tipo AC20, significa que os inertes existentes no betuminoso passam por uma abertura de peneiro igual a 20 milímetros, reduzindo-se assim a quantidade de betume, aumentando-se a rugosidade e a porosidade do pavimento e o índice de vazios dos inertes, não sendo assim por acaso que já se visualizam os inertes a desagregar nas faixas junto às bermas, conforme o registo fotográfico que obtivemos no local. A somar a tudo isto e face à reduzida espessura do betuminoso (apenas 6 centímetros) aumenta exponencialmente o risco a curto prazo do surgimento de depressões e abatimentos no pavimento, o que não é aceitável.
Considerando que a área pavimentada na Rua do Vale Cilhão se cifrou em cerca de 12 mil metros quadrados e que o preço corrente cobrado pelos empreiteiros aos municípios no fornecimento e aplicação da camada de desgaste ronda os 10 €/m2, temos condições para concluir que o executivo do Município de Salvaterra de Magos poupou 120 mil euros ao não aplicar os parâmetros técnicos de qualidade exigidos à pavimentação de estradas.
Estando
em final de mandato e a poucos meses das eleições autárquicas, terá ainda o
actual executivo do PS condições para aplicar esse dinheiro na pavimentação ou
repavimentações de arruamentos de pouca dimensão, comprometendo-se desde já a
CDU a verificar as condições técnicas em que os mesmos serão executados. Não se
deve “despejar alcatrão” nos finais de mandatos por motivos puramente
eleitoralistas, ainda para mais nestes termos.
A
garantia de uma empreitada com estas características é de 5 anos e, atendendo
ao cenário já perfeitamente visível, temos sérias dúvidas que os encargos
consequentes desta “habilidosa” solução técnica não terão que ser assumidos e
reparados pelo próximo executivo do Município de Salvaterra de Magos.
Também
a precipitação registada nos últimos dias levanta-nos sérias dúvidas sobre o sistema
de drenagem de águas pluviais executado na Rua do Vale Cilhão, pois o mesmo
esteve longe de funcionar devidamente, verificando-se o alagamento geral da
estrada. Face a todo o exposto, não nos surpreende que o dimensionamento
integral do sistema, com base no cálculo do caudal de ponta de cheia, tenha
pecado por defeito, mais uma vez por motivos meramente económicos e não
técnicos.
17 fevereiro 2025
João Caniço é o candidato da CDU à Presidência da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos
21 dezembro 2024
Sobre a Reposição das Freguesias de Salvaterra de Magos, Foros de Salvaterra, Glória do Ribatejo e Granho
Tomando conhecimento da aprovação da proposta de
desagregação das freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra,
Glória do Ribatejo e Granho, efectuada na passada terça-feira, dia 17 de
Dezembro, por parte do Grupo de Trabalho das Freguesias, integrante da Comissão
do Poder Local e Coesão Territorial da Assembleia da República, a Comissão
Concelhia de Salvaterra de Magos do PCP saúda efusivamente as populações das
citadas freguesias por, finalmente, doze anos depois, se estar em vias de
se proceder à reparação de uma injustiça histórica para com estas populações e
freguesias.
Relembramos que o processo de agregação/extinção de 1168
freguesias, entre as quais Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra, Glória do
Ribatejo e Granho, imposto pela Lei n.º 11-A/2013, da maioria PSD-CDS,
inseriu-se num objectivo mais amplo de liquidação do Poder Local Democrático,
conquista do 25 de Abril, consagrada na Constituição da República Portuguesa, mereceu
generalizada contestação e oposição das populações e da esmagadora maioria dos seus
órgãos autárquicos.
A agregação destas quatro freguesias em apenas duas, tal
como se previa, resultou em prejuízos para as populações: não trouxe ganhos
financeiros nem contribuiu para o reforço da coesão territorial, dificultou a resolução
de problemas, a proximidade e a ligação dos eleitos com as populações, reduziu
a capacidade de reivindicação das populações e dos seus órgãos autárquicos e esbateu
a identidade de cada freguesia.
Salientamos a importância que teve a criação das
freguesias de Foros de Salvaterra em 1985 e de Granho em 1989, para o seu
crescimento e desenvolvimento, para afirmação das suas tradições culturais. As
agregações forçadas registadas em 2013 não beneficiaram estas freguesias e as
suas populações, pelo contrário, sofreram estagnação e retrocesso cultural e
social, não sendo de todo sustentável manter os gastos suplementares exigidos
para administrar áreas tão abrangentes e extensas.
Durantes estes quase 12 anos, correspondentes a três
mandatos autárquicos, o PCP e a CDU de Salvaterra de Magos estiveram sempre ao
lado das justas reivindicações das populações e das freguesias agregadas, tendo
apresentado várias moções, tanto nos órgãos municipais
como nos de freguesia,
reclamando a conjugação de esforços das forças democráticas para a reposição
imediata das freguesias extintas.
No entanto, é pertinente verificar que o “PS concelhio”
que agora se gaba ufanamente desta aprovação, é parte integrante do “PS
nacional” que, com responsabilidades governativas no país durante oito anos, se
limitou a empurrar o problema com a
barriga - rejeitando vários projetos de lei do PCP na Assembleia da
República pela reposição das freguesias e fazendo ouvidos moucos à ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias) que, em
congressos realizados em 2018 e 2020 manifestou como prioridade a reposição das
freguesias extintas contra a sua vontade - limitando-se a pífias recomendações
ao Governo, tendo em vista a avaliação do processo para posterior decisão.
Posto isto, é apenas em Junho de 2021, através da Lei n.º
39/2021, que é desencadeado o processo de desagregação das freguesias, assente
num procedimento moroso, complexo, com critérios difíceis de cumprir, tanto ao
nível da viabilidade económico-financeira, da inventariação do património
existente, como de um exigente cronograma de deliberações por parte dos vários
órgãos autárquicos do município, assim se explicando que tenham dado entrada
apenas 188 pedidos de desagregação de freguesias, e desses, somente 123 foram
aprovados, ou seja, pouco mais de 10 % em relação às 1168 freguesias extintas
em 2013.
O PCP votou a favor de todos os processos entregues na
Assembleia da República e continuará a intervir para que a vontade das
populações seja cumprida.
Salvaterra de Magos, 21 de Dezembro de 2024
A Comissão Concelhia de Salvaterra de Magos do PCP
16 dezembro 2024
CDU vota contra o orçamento e plano plurianual de investimentos para 2025 da freguesia de Marinhais
- da análise
crua aos números do Orçamento da freguesia para 2025 verificamos que, não
obstante um crescimento de cerca de 22 mil euros, o valor global é de
apenas 487 mil euros, montante irrisório para uma freguesia com
mais de 6 mil habitantes e quase 39 km2 de área.
São números que nos fazem corar de vergonha porque se torna praticamente
impossível realizar investimentos dignos de registo sem financiamento e apoio
externo, sejam eles municipais, através de fundos comunitários ou quadros de
apoio;
- as despesas
correntes com os trabalhadores e os membros do Executivo e da Assembleia de
Freguesia rondam os 302 mil euros (cerca de 62 % do orçamento). Acrescendo a
aquisição de bens e de serviços (combustíveis, seguros, comunicações e outros)
temos +/- 102 mil euros (cerca de 24,5 % do orçamento). Só aqui temos cerca de
86,5 % do orçamento;
- sobra assim muito
pouco para apoios a associações e colectividades (+/- 10 mil euros, 2 %) e
apoios sociais (os mesmos +/- 10 mil euros, 2 %). Relativamente ao apoio
ao movimento associativo torna-se cada vez mais premente a
elaboração e aprovação de um regulamento que estabeleça
critérios tangíveis, uniformes e de equidade para a concessão desses apoios, de
modo a que ninguém saia prejudicado nem beneficiado. Relembramos que foi
por proposta da CDU em 2013 que se aprovou o regulamento
municipal de apoio ao associativismo na Câmara Municipal de Salvaterra
de Magos, que até aí não existia. Manifestamos a nossa disponibilidade para
pegarmos nesse documento que apresentámos em 2013, adequá-lo à realidade de uma
freguesia como a nossa, e submetê-lo a análise e discussão com as outras forças
partidárias representadas nesta Assembleia de Freguesia, de forma a que seja
possível a sua elaboração e aprovação no próximo ano, último do corrente
mandato;
- valorizamos e
não menosprezamos a gestão corrente do dia-a-dia. São coisas a que
não damos grande significado numa perspectiva global de investimento e
desenvolvimento de uma autarquia, mas são importantes para o quotidiano diário
da freguesia e dos seus habitantes e rotinas. Marinhais tem uma rede viária
enorme, parte significativa dela ainda por pavimentar, em terra batida, e é
importante que os trabalhos de regularização e nivelação dessas
vias seja garantido com regularidade, em especial durante a época das chuvas,
sem esquecer outras situações prementes como os abatimentos em aquedutos que
registámos no decorrer do presente ano, designadamente na Rua do Casal e da
Estrada da Miranda, que trouxemos a este órgão e à Assembleia Municipal de
forma a que fossem resolvidos atempadamente. A higiene e a limpeza
urbana são outros elementos fundamentais que valorizamos;
- para o fim da
nossa análise ficam os Investimentos. Basicamente é uma cópia do
já previsto para 2022, 2023 e 2024, ou seja, estamos pelo 4.º ano
consecutivo a apresentar praticamente o mesmo, significando que pouco
ou nada foi feito. Verifica-se que há abertura de rúbricas para situações
importantes, tais como sejam o projeto para o cemitério, requalificação
do recinto das Festas e remodelação de jardins. Entretanto, o aqueduto
da Rua dos Félix foi executado pela Câmara Municipal e saiu da
lista, enquanto que a remodelação e ampliação do estaleiro da Junta de
Freguesia foi substituída pelo arranjo e manutenção do edifício da junta de
freguesia. No entanto, tal como nos anos anteriores, os valores inscritos
são residuais o que significa que não há financiamento garantido
para a execução desses objetivos, tendo que se esperar pelo aval e respetivo
financiamento por parte da Câmara Municipal e do seu presidente. É
manifestamente redutor estarmos a assistir a este cenário pelo quarto ano
consecutivo. É tempo de concretizar estes objectivos! Numa primeira fase, em
projecto naturalmente. Sem um projecto bem delineado e executado não se
consegue concorrer a fundos comunitários (como o Portugal 2030), muito menos
ver o seu financiamento aprovado. É tempo de o sr. presidente da Junta de
Freguesia exigir junto da Câmara Municipal a articulação e desenvolvimento
destas situações. Como é do conhecimento público, numa Assembleia Municipal
realizada no final do ano passado, o sr. presidente da Câmara Municipal “chutou” estas
responsabilidades para o sr. presidente da Junta de Freguesia.
- Há quantos
anos foram abatidas as árvores do recinto das Festas? Mais de uma
década? Incrivelmente nada se fez desde então, nem sequer o tão famigerado
projecto de requalificação do recinto. O ringue tem quase 50
anos, foi construído após o 25 de Abril, voluntariamente, pelos jovens de então
que praticavam Andebol e não tinham um campo digno para o fazer. O piso de
cimento é o mesmo! Exigimos a sua requalificação com um pavimento adequado ao
século XXI. Basta de inércia! É tempo de exigir respostas a quem de direito.
Queremos um projecto concretizado no próximo ano. Queremos a implementação de
políticas no território que contrariem os impactos das alterações
climáticas. Em 30 anos o concelho de Salvaterra de Magos perdeu cerca de 75
% das florestas e das matas que o compunham. Marinhais não é excepção como bem
sabemos. Temos um executivo municipal que, nos últimos onze anos, privilegiou a
implantação de estátuas de carácter estético duvidoso e de arranjos
urbanísticos com a implementação em pleno da cor cinza (pavês e calçadas) em
detrimento da plantação de árvores. Cada vez mais serão frequentes longos
períodos de seca e chuvadas intensas num curto espaço de tempo. Está mais do
que na altura de o sr. presidente da Junta de Freguesia exigir a implementação
de medidas à Câmara Municipal, já que os meios que tem ao seu dispor são
diminutos, há que reconhecê-lo, tanto a nível orçamental, como em meios técnicos
e recursos humanos. É um anacronismo autárquico que uma
freguesia com a dimensão da nossa, tenha um orçamento tão baixo e tanta
escassez de recursos humanos e técnicos. É lamentável que a freguesia de
Marinhais receba, tal como no passado, apenas 152.400 € de transferência
corrente da Câmara Municipal, valor inferior ao que recebe, por exemplo a
freguesia de Glória do Ribatejo e Granho, à qual é transferido o valor de
174.960 €, com uma população bastante inferior. Não é que o valor transferido
para os nossos vizinhos seja elevado, porque não o é, nem tão pouco queremos
entrar em competição com as outras freguesias, mas a verdade é que é um
valor muito abaixo daquilo que uma freguesia com a dimensão de Marinhais
deveria receber. Se quisermos concorrer a fundos comunitários ou a qualquer
outro programa ou quadro de financiamento temos que mandar fazer os projectos a
privados ou pedir aos técnicos da Câmara Municipal, pois a Junta de Freguesia
não tem qualquer técnico superior no seu quadro de trabalhadores. É tão simples
quanto isto. Por tudo isto é também lamentável que, na referida sessão da Assembleia
Municipal, o sr. presidente da Câmara Municipal, tenha “chutado” as
responsabilidades de alguns destes investimentos para o sr. presidente da Junta
de Freguesia de Marinhais. É mais do que tempo, vamos entrar no último ano de
mandato, é imperioso, o sr. Cardoso exigir mais e melhores apoios e
investimentos na freguesia ao sr. Esménio!
- Face ao
exposto, designadamente no capítulo do PPI (Plano Plurianual de Investimentos)
e pela sua repetição pelo 4.º ano consecutivo, concluímos de que não
existem condições mínimas para a CDU viabilizar a proposta de orçamento para
2025. A CDU teve razão ao votar contra o Orçamento para 2024 pois,
com excepção do aqueduto da Rua dos Félix, nada foi feito no que concerne aos
Investimentos nele previstos. Não estamos assim disponíveis para viabilizar uma
mera intenção de objectivos inscritos no PPI que depois não saem do papel pelo
exposto anteriormente. Nesse sentido, o nosso voto contra é um voto
político que tem como objectivo pressionar a Câmara Municipal de Salvaterra de
Magos para assumir as suas responsabilidades no apoio efectivo e real às justas
aspirações da freguesia e da população de Marinhais. Em termos práticos, e
caso o orçamento seja chumbado e fiquemos em regime de duodécimos, terá o
executivo todas as condições para desenvolver os investimentos inscritos no
PPI, pois os mesmos já se encontravam, a grosso modo, inscritos nos orçamentos
anteriores.
12 de dezembro
de 2024
Os eleitos da
CDU na Junta e na Assembleia de Freguesia de Marinhais,
Joana Ferreira
Samuel Viegas

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